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	<title>Recopades &#187; Brasil</title>
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	<description>Red de Comunidades de Pescadores Artesanales para el Desarrollo Sostenible</description>
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		<title>Como será a Prainha do Canto Verde e sua Resex em 2070?</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 13:46:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artigo de opinião sobre a Resex da Prainha do Canto Verde escrito por Raquel Rigotto, Médica, Professora do Departamento de Saúde Comunitária da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará, coordenadora do Núcleo Tramas/UFC. Fortaleza, Ceará, 23/06/2010.- A aula de campo na Prainha do Canto Verde desta vez foi bem diferente. Todo ano os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_441" class="wp-caption alignnone" style="width: 580px"><a href="http://www.recopades.org/wp-content/uploads/canto-verde-jangadas-01-web.jpg" rel="shadowbox[post-436];player=img;"><img class="size-large wp-image-441" title="Prainha do canto verde durante a regata de jangadas." src="http://www.recopades.org/wp-content/uploads/canto-verde-jangadas-01-web-570x356.jpg" alt="Prainha do canto verde durante a regata de jangadas." width="570" height="356" /></a><p class="wp-caption-text">Prainha do canto verde durante a regata de jangadas.</p></div>
<p>Artigo de opinião sobre a Resex da Prainha do Canto Verde escrito por Raquel Rigotto, Médica, Professora do Departamento de Saúde Comunitária da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará, coordenadora do Núcleo Tramas/UFC.</p>
<p><span id="more-436"></span>Fortaleza, Ceará, 23/06/2010.- A aula de campo na Prainha do Canto Verde desta vez foi bem diferente. Todo ano os alunos do Mestrado em Saúde Pública da UFC vão a este canto de Beberibe ao final da disciplina Produção, Ambiente e Saúde. Depois de ver tantos conflitos socioambientais gerados a partir de novos processos produtivos ou obras de infra-estrutura que vêm trazer o chamado “desenvolvimento” ao Ceará, depois de aprender a examinar seus impactos ambientais e prováveis repercussões sobre a saúde humana, os mestrandos merecem ver uma comunidade–exemplo vivo de que “um outro mundo é possível”. Mas, desta vez, não foi tão simples assim.</p>
<p>Éramos 28 pessoas, e começamos a conhecer o território pelo estaleiro-escola, onde jovens que fizeram o curso de marceneiro constroem catamarãs para amenizar o trabalho do pescador, sem trocar o vento pelo petróleo, e ainda oferecendo um passeio ao turista. Fazem também móveis para os moradores, diversificando o projeto de desenvolvimento local entre agricultura de vazante, turismo comunitário e social, pesca artesanal, marcenaria e artesanato. Depois a escola, construída no protagonismo da comunidade, o telecentro, o refeitório comunitário e as instalações para a arte-educação. Daí para a praia, só beleza e paz; a bodega, vendendo trabalhos de várias comunidades do nordeste e distribuindo solidariedade.</p>
<p>No dia seguinte é que os alunos souberam que foi um grupo de mulheres quem puxou a luta pela terra, há cerca de 30 anos. Em junho de 2009, seus filhos e filhas é que prepararam a festa para comemorar a vitória: terra e mar, reserva extrativista! Aquela certeza boa de que, nos mais de 560 km do litoral cearense, ficaram garantidos cerca de 600 hectares para a gente mostrar aos netos as raízes do povo e a cultura do litoral do estado, sem hotéis enormes ou condomínios para deturpar o modo de vida tradicional. Contaram o segredo de acabar com a mortalidade infantil: conversar com cada mãe e caminhar com ela para o aleitamento no peito. E mais a Rede Tucum de turismo comunitário, a escola dos povos do mar, o livro escolar com a história deles mesmos, os seminários de planejamento e os cursos de liderança, a juventude no projeto Geração Muda Mundo, e tanta coisa mais.</p>
<p>Mas havia uma inusitada e incomum tensão no ar ali. “Vamos agora falar sobre o conflito”, disse o Presidente da Associação dos Moradores da Prainha do Canto Verde – um pescador que tem muito a nos ensinar. E ele descreve com fluidez um emaranhado jurídico criado para subtrair 315 hectares da área da comunidade. Criado por quem? Por um empresário do ensino privado fundamental e médio no Ceará. Sua família fica com a metade das terras, as outras 300 famílias com a outra metade. Das terras que protegeram da especulação e da degradação por décadas.</p>
<p>Além da terra, ele está subtraindo da comunidade a paz. Como o vírus do sarampo que os colonizadores e bandeirantes disseminavam e dizimavam nossos ancestrais indígenas, este empresário hoje semeia o dissenso e cultiva a discórdia entre os moradores, no seio mesmo das famílias (de acordo com a Carta de Otawa, a paz é um pré-requisito para a saúde). Produz e circula informações enganosas, promete e fascina (poucos, felizmente!) com posto de saúde – direito do cidadão e dever do Estado, desde a Constituição Federal de 1988, exatamente para ninguém ter que trocar necessidade por dignidade; e outras lantejoulas.</p>
<p>Em sua patológica ânsia de expansão, não poderia o sistema do capital, de que nos fala Milton Santos, respeitar sequer uma área tão pequenina de nosso extenso litoral, deixando-a livre de eólicas, grandes hotéis, prostitutas e desigualdades?</p>
<p>Ou será que é exatamente por isso que Prainha do Canto Verde incomoda a estes senhores? Não é provocante demais, na perspectiva deles, uma comunidade tradicional de pescadores que afirma e demonstra a possibilidade e o direito de viver (bem!) de forma diferente?</p>
<p>Os alunos tiveram a oportunidade de refletir sobre este modelo de desenvolvimento, e de se perguntar: será que este problema é só da Prainha? O que cada um de nós tem a ver com isto? Em que podemos contribuir para que uma experiência tão inovadora e educativa seja preservada? Que lições trazemos de lá para promover saúde nas comunidades em que atuamos? É o que vamos discutir com os mestrandos na próxima aula.</p>
<p>Saímos de lá indignados com a ganância e a perversidade, mas consolados pela forte impressão de que a organização comunitária tem lastro para superar mais este desafio, e certamente vai sair dele mais fortalecida. O sentimento é de gratidão com a Comunidade Prainha do Canto Verde, por ser esta Escola que há tantos anos nos recebe, com tão belas aulas! Que a turma do Mestrado em Saúde Pública da UFC em 2011 (e 2012, 2020, 2070, 2112&#8230;) possa também viver este privilégio!</p>
<p>Raquel Maria Rigotto: Médica, Professora do Departamento de Saúde Comunitária da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará. Coordenadora do Núcleo Tramas/UFC.</p>
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		<title>Crearon un grupo de trabajo sobre pesca y sustentabilidad en la Cuenca del Plata</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 16:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Representantes de ONGs internacionales y de Argentina, Brasil, Bolivia, Paraguay y Uruguay, y técnicos y funcionarios nacionales y de comisiones bilaterales se reunieron en Buenos Aires para articular esfuerzos en torno a la conservación de las pesquerías. La iniciativa busca fortalecer los proyectos en marcha en la cuenca y mejorar la calidad de vida de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_392" class="wp-caption alignnone" style="width: 580px"><a href="http://www.recopades.org/wp-content/uploads/Dsc06293Web.jpg" rel="shadowbox[post-391];player=img;"><img class="size-large wp-image-392" title="Las organizaciones convocantes tienen más de una década de trayectoria en la cuenca. La propuesta es fortalecer la coordinación regional. En la imagen, un momento del trabajo en plenario. Foto Proteger" src="http://www.recopades.org/wp-content/uploads/Dsc06293Web-570x356.jpg" alt="Las organizaciones convocantes tienen más de una década de trayectoria en la cuenca. La propuesta es fortalecer la coordinación regional. En la imagen, un momento del trabajo en plenario. Foto Proteger" width="570" height="356" /></a><p class="wp-caption-text">Las organizaciones convocantes tienen más de una década de trayectoria en la cuenca. La propuesta es fortalecer la coordinación regional. En la imagen, un momento del trabajo en plenario. Foto Proteger</p></div>
<p>Representantes de ONGs internacionales y de Argentina, Brasil, Bolivia, Paraguay y Uruguay, y técnicos y funcionarios nacionales y de comisiones bilaterales se reunieron en Buenos Aires para articular esfuerzos en torno a la conservación de las pesquerías. La iniciativa busca fortalecer los proyectos en marcha en la cuenca y mejorar la calidad de vida de las comunidades costeras en los cinco países, con el apoyo de la Unión Mundial para la Conservación de la Naturaleza (UICN). Se creó un grupo de trabajo con el objetivo general de coordinar acciones tendientes a disminuir la vulnerabilidad de las comunidades ribereñas que dependen de los recursos pesqueros y aportar a otras iniciativas existentes en la región. La iniciativa cuenta con la adhesión de la RECOPADES.</p>
<p><span id="more-391"></span>Buenos Aires, 8 mayo 2010.- El taller “Lineamientos de un Plan de Sustentabilidad para la Pesca en la Cuenca del Plata. Iniciativas regionales y subregionales” convocó en esta ciudad a representantes de ONGs internacionales y de Argentina, Brasil, Bolivia, Paraguay y Uruguay, y técnicos y funcionarios nacionales y de comisiones bilaterales, que durante dos jornadas trabajaron en propuestas de articulación para las iniciativas que promueven la sustentabilidad de las pesquerías en los cinco países de la región.</p>
<p>El encuentro, organizado por la Fundación PROTEGER con el auspicio de la Unión Mundial para la Conservación de la Naturaleza (UICN), tuvo lugar el 28 y 29 de abril en la sede de la Fundación Poder Ciudadano. En la apertura del taller expusieron Oscar Padín, por la Secretaría de Ambiente y Desarrollo Sustentable de la Nación (SAyDS); Mauricio Remes Lenicov, por la Subsecretaría de Pesca y Acuicultura de la Nación (SSPyA); Joao de Queiroz, director para Sudamérica de la Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza (UICN) y Jorge Cappato, de PROTEGER.</p>
<p>Generar un ámbito permanente de debate sobre cuestiones estratégicas y definir prioridades de acción a nivel local, subregional y regional; encontrar objetivos comunes para el trazado de lineamientos de un plan de sustentabilidad de la pesca en la cuenca a ser trabajado entre los sectores público, privado y no gubernamental; y delinear un plan de trabajo 2010-2011, fueron algunos de los propósitos centrales del taller.</p>
<p>Durante el primer día representantes de las distintas organizaciones tanto no gubernamentales como estatales, expusieron acerca de los principales proyectos en marcha en la cuenca. Entre las presentaciones se escucharon las de Paul Van Damme, de Faunagua, Bolivia; Leticia López, de Guyra Paraguay; Lucía Bartrina, de la Fundación Moisés Bertoni, Paraguay; Gabriela Pignataro y Natalia Curto, de Cultura Ambiental, Uruguay; Rafaela Nicola, de ECOA, Brasil; y Julieta Peteán, de PROTEGER, Argentina.</p>
<p>También expusieron Victoria de la Balze, de la oficina de Wetlands International, Buenos Aires; Domingo Rodríguez Fernández, de la división Medio Acuático de Itaipú Binacional, Brasil-Paraguay; Nadia Boscarol, del Grupo de Trabajo sobre Recursos Acuáticos de la SAyDS, Argentina; y Joao de Queiroz, de la oficina regional para Sudamérica de UICN, con sede en Quito, Ecuador.</p>
<p><strong>Metodología innovadora</strong></p>
<p>Posteriormente, y con la facilitación de Julieta Peteán, los participantes trabajaron grupalmente utilizando una metodología innovadora que consiste en elaborar un “árbol de problemas”, para luego construir un “árbol de objetivos”. “De este modo pueden identificarse mejor causas y efectos, siguiendo la metodología ZOPP, abreviatura alemana que significa Planificación de Proyectos Orientada a Objetivos, para la elaboración del Árbol de Problema”, indicó.</p>
<p>“Cada grupo presentó su árbol de problema y se definió un único árbol, compartido y consensuado. Se intentó incluir todos los aspectos ordenados por grandes ejes temáticos, lo que facilitará después la elaboración del árbol de objetivos y las propuestas concretas de actuación. Posteriormente se elaboró el árbol de objetivos, en base al árbol de problema consensuado”, añadió.</p>
<p>“De aquí se identificarán los objetivos que pueden ser abordados por las organizaciones y en los que puede colaborar, incidir, trabajar con niveles de gobierno y otros organismos y redes, tendiente a coordinar propuestas para el desarrollo de proyectos a nivel de la Cuenca en temas pesqueros con las comunidades y poblaciones ribereñas”, señaló Peteán.</p>
<p><strong>Diálogo y acuerdos</strong></p>
<p>El taller finalizó con una instancia de presentación y diálogo sobre los resultados del taller y las propuestas a nivel de la Cuenca del Plata, de la que participaron funcionarios y técnicos de la Dirección Nacional de Ordenamiento Ambiental y Conservación de la Biodiversidad, Secretaría de Ambiente y Desarrollo Sustentable de la Nación (SAyDS); de la Subsecretaría de Pesca y Acuicultura de la Nación (SSPyA); de la Cancillería Argentina; de la Comisión Mixta Argentino-Paraguaya del río Paraná (COMIP); y de Itaipú Binacional (Brasil-Paraguay). Asimismo se dejó constancia del interés en participar de la Comisión Administradora del Río Uruguay, CARU (Argentina‐Uruguay).</p>
<p>Al cierre de las jornadas se firmó un acuerdo para la formación del “Grupo de Trabajo sobre Pesca y Sustentabilidad en la Cuenca del Plata” (adjunto en PDF). El grupo, apoyado por UICN SUR, quedará conectado a través de una lista electrónica y mantendrá reuniones regularmente en diferentes puntos de la cuenca.</p>
<p>Las organizaciones firmantes acordaron asimismo desarrollar de manera articulada con las autoridades de aplicación correspondientes, propuestas para aportar al Programa Regional de la UICN y a su iniciativa sobre la Cuenca del Plata, a la Iniciativa Regional sobre Humedales de la Cuenca del Plata de la Convención Ramsar, a las iniciativas y programas de los gobiernos de los países de la Cuenca como el GEF Cuenca del Plata, Argentina, y a otras iniciativas nacionales y regionales como el programa Sinergia sobre cambio climático –cuenca del río Paraguay-, y la Alianza del Sistema de Humedales Paraguay‐Paraná, además de las redes regionales como Rede Pantanal y Redepesca Cono Sur, entre otras.</p>
<p>El Taller contó con la adhesión de la Red de Comunidades de Pescadores Artesanales para el Desarrollo Sostenible, RECOPADES, que nuclea a miembros de Argentina, Brasil, Chile, España y Uruguay.</p>
<p><strong>Fuente:</strong> Prensa / comunicación Proteger</p>
<p><strong>INFORMACIÓN, CONTACTO PARA LA PRENSA<br />
</strong>Julieta Peteán, Programa Humedales y Pesca de PROTEGER<br />
Email: humedales.proteger@arnet.com.ar<br />
Telfax 54 342 4558520 – Celular 0342 154 484296</p>
<p><strong>NOTAS RELACIONADAS</strong></p>
<p><strong>INICIAN UN NUEVO PROYECTO SOBRE LOS PECES DE LA CUENCA DEL PLATA Y SUS POBLACIONES. </strong>Wetlands International convocó a más de 50 especialistas para generar recomendaciones a los tomadores de decisión en temas pesqueros y otros relativos al uso de ecosistemas.<br />
<a href="http://www.proteger.org.ar/doc903.html" target="_blank">http://www.proteger.org.ar/doc903.html</a></p>
<p><strong>LA UICN AVANZA EN UNA INICIATIVA PARA LA CUENCA DEL PLATA. </strong>La iniciativa está enfocada a revertir la degradación ambiental, con énfasis en la conservación de la biodiversidad, el uso sostenible de los recursos naturales y la equidad social.<br />
<a href="http://www.proteger.org.ar/doc875.html" target="_blank">http://www.proteger.org.ar/doc875.html</a></p>
<p><strong>PRESENTARON LIBRO Y SITIO WEB SOBRE PECES DE LA CUENCA DEL PLATA.</strong> La publicación compila nueva información sobre el estado de amenaza de especies de peces en Argentina y Paraguay. El libro incluye mapas, un CD interactivo y un sitio web online.<br />
<a href="http://www.proteger.org.ar/peces-cuenca-plata/" target="_blank">http://www.proteger.org.ar/peces-cuenca-plata/</a></p>
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		<title>A história da reserva extrativista da Prainha do Canto Verde</title>
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		<pubDate>Mon, 24 May 2010 17:42:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Prainha do Canto Verde, localizada no litoral leste, a 120 km de Fortaleza, é uma tradicional comunidade de pescadoras e pescadores que há mais de 200 anos vive na região. Internacionalmente reconhecida por sua organização comunitária e belezas naturais, a comunidade tornou-se referência na luta pela garantia de direitos, seja na pesca, seja no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_445" class="wp-caption alignnone" style="width: 580px"><a href="http://www.recopades.org/wp-content/uploads/prainha-canto-verde-web.jpg" rel="shadowbox[post-443];player=img;"><img class="size-large wp-image-445" title="O processo de criação da Reserva Extrativista (Resex) da Prainha do Canto Verde desenrolou-se a partir de debates públicos com as moradoras e moradores da comunidade e dos estudos ambientais realizados pelo Instituto Chico Mendes." src="http://www.recopades.org/wp-content/uploads/prainha-canto-verde-web-570x356.jpg" alt="O processo de criação da Reserva Extrativista (Resex) da Prainha do Canto Verde desenrolou-se a partir de debates públicos com as moradoras e moradores da comunidade e dos estudos ambientais realizados pelo Instituto Chico Mendes." width="570" height="356" /></a><p class="wp-caption-text">O processo de criação da Reserva Extrativista (Resex) da Prainha do Canto Verde desenrolou-se a partir de debates públicos com as moradoras e moradores da comunidade e dos estudos ambientais realizados pelo Instituto Chico Mendes.</p></div>
<p>A Prainha do Canto Verde, localizada no litoral leste, a 120 km de Fortaleza, é uma tradicional comunidade de pescadoras e pescadores que há mais de 200 anos vive na região. Internacionalmente reconhecida por sua organização comunitária e belezas naturais, a comunidade tornou-se referência na luta pela garantia de direitos, seja na pesca, seja no combate a grilagem de suas terras ou na construção do turismo comunitário.</p>
<p><span id="more-443"></span>Beberide, Ceará, 24/05/2010.- A história de resistência da Prainha teve início na década de 1970, quando o Sr. Antônio Sales Magalhães afirmou que 796 hectares das terras da comunidade eram suas. Em 1985, ele vendeu parte dessas terras para o Sr. Henrique Jorge, da imobiliária Henrique Jorge SA, que intencionava especular a região com vistas ao turismo de condomínios e resorts. Com o apoio do Centro de Defesa e Promoção dos Direitos Humanos (CDPDH) da arquidiocese de Fortaleza, a comunidade iniciou uma disputa judicial que se arrastou por 21 anos.  Após percorrer todas as instâncias jurídicas, em 2006, o processo chegou ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ), que julgou a favor da comunidade ao decretar as terras da Prainha como pertencentes à União, desqualificando os documentos apresentados pelo Sr. Antonio Sales.</p>
<p>Antes mesmo da decisão do STJ, a comunidade sabia que além do Sr. Antonio Sales poderia ser cobiçada por outros especuladores e necessitava de uma estratégia que garantisse o território para todas as gerações de suas famílias. Por isso, em 2001, com o apoio do Ibama, socilitaram  para o Centro Nacional de Desenvolvimento Sustentado das Populações Tradicionais (CNPT), a abertura de um processo para criação de uma Reserva Extrativista Marinha. Como a questão da terra ainda tramitava na justiça não foi possível incluir a parte terrestre na Resex naquele momento, o que ocorreu posteriormente.</p>
<p>O processo de criação da Reserva Extrativista (Resex) da Prainha do Canto Verde desenrolou-se a partir de debates públicos com as moradoras e moradores da comunidade e dos estudos ambientais realizados pelo Instituto Chico Mendes (criado em 2007, para gerir as unidades de Conservação brasileiras). Assim como manda a legislação, todo o processo de consulta pública sobre a viabilidade da Resex, foi amplamente divulgado, com publicação no Diário Oficial da União, nos principais jornais de circulação no Ceará, e através de ofícios do ICMBIO/IBAMA às instituições Públicas, Federal Estadual e municipal, às entidades não governamentais e movimentos sociais. Ainda foram utilizados outros meios de comunicação, a exemplo de rádios comunitárias do município de Beberibe e de faixas expostas na Prainha do Canto Verde.</p>
<p>No ano de 2009, Cid Gomes, governador do Ceará, deu seu parecer favorável para a implantação da Reserva Extrativista nos seus limites de terra e mar. Em 05 de junho deste ano, dia mundial do meio ambiente, após reconhecer os processos democráticos vividos a partir da solicitação da reserva, Luis Inácio Lula da Silva, Presidente da República, decretou a criação da Resex da Prainha do Canto Verde.</p>
<p>Entretanto, a vitória da comunidade e seus mais de 30 anos de lutas estão sendo questionados novamente. O Sr. Tales de Sá Cavalcante, empresário cearense, que se sente prejudicado com a criação da reserva, atualmente filiado ao partido dos Democratas (DEM), alega ter ficado alheio a esse processo, menciona o fato de ter comprado terras na Prainha do Sr. Antonio Sales Magalhães, aquele que perdeu o processo no STJ. Para os moradores da Prainha foi uma surpresa as afirmações do Sr. Tales de Sá Cavalcante. Eles o reconheciam como dono de uma casa na região, mas nunca dono de 315 hectares, mais da metade da Resex, como diz no texto do processo de usucapião que ele move na Justiça Federal, em Limoeiro do Norte, Ceará.</p>
<p>Com o objetivo de reclamar para si as terras da comunidade, o Sr. Tales vem se utilizando de uma velha estratégia dos especuladores que é a promoção da “divisão” entre moradores da comunidade, através de atitudes assistencialistas e disseminação de propaganda negativa sobre a Resex em favor de seus interesses. Além disso, incitou a criação da Associação Independente dos Moradores da Prainha do Canto Verde e Adjacências (AIMPCVA), que se a propõe fazer oposição a Resex e a Associação dos Moradores da Prainha do Canto Verde (AMPCV), representante da Prainha desde 1989. Para os comunitários não há problema o surgimento de associações que objetivem fortalecer a luta comunitária, mas este não parece ser o caso da AIMPCVA, uma vez que esta associação é representada pelo advogado Paulo Lamarão, vinculado ao Sr. Tales.</p>
<p>Desta forma, o que se coloca em cena, mais uma vez, na disputa pelas terras da Zona Costeira Cearense é a tentativa de apropriação individual dos bens coletivos e comunitários. Ao questionar a Resex da Prainha do Canto Verde, o empresário Tales de Sá Cavalcante, questiona toda uma legislação ambiental, ancorada no reconhecimento dos comunitários como sujeitos de direitos e na garantia da posse coletiva de seu território, para defender seu interesse individual e privatista. Qual dessas lógicas nos interessa defender?</p>
<p><strong>Para entender melhor</strong></p>
<p>Reservas extrativistas são áreas destinadas à exploração sustentável e conservação dos recursos naturais. Conforme o artigo 18 da Lei 9.985 que cria o Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC, Reserva Extrativista é uma área utilizada por populações extrativistas tradicionais, cuja subsistência baseia-se no extrativismo e complementarmente, na agricultura de subsistência e na criação de animais de pequeno porte. Tem como objetivos básicos proteger os meios de vida e a cultura dessas populações, e assegurar o uso sustentável dos recursos naturais da unidade.</p>
<p><strong>Contatos</strong></p>
<p><strong>Associação de Moradores da Prainha do Canto Verde<br />
</strong>Presidente: José Alberto de Lima<br />
(85) 9622.1718<br />
<a href="www.prainhadocantoverde.org.br" target="_blank"> www.prainhadocantoverde.org.br</a></p>
<p><strong>Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade<br />
</strong>Analista Ambiental: Alexandre Caminha Brito<br />
3272.1600 Ramal:247<br />
alexandre.brito@icmbio.gov.br</p>
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		<title>Presentan libro y sitio web sobre peces de la Cuenca del Plata</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:59:30 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Buenos Aires, 27 noviembre 2009.- La publicación compila nueva información sobre el estado de amenaza de especies de peces en Argentina y Paraguay. El libro incluye mapas y un CD interactivo. También se lanzará un sitio web online. En la evaluación regional de peces, novedosa a nivel mundial, más de treinta especialistas de Argentina, Paraguay, Bolivia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_245" class="wp-caption alignleft" style="width: 226px"><a href="http://www.recopades.org/wp-content/uploads/2009/12/uso-sostenible-peces-2009-web.jpg" rel="shadowbox[post-244];player=img;"><img class="size-medium wp-image-245  " title="Uso Sostenible de Peces en la Cuenca del Plata" src="http://www.recopades.org/wp-content/uploads/2009/12/uso-sostenible-peces-2009-web-270x394.jpg" alt="La evaluación de especies de peces a nivel subregional en una cuenca de esta magnitud, constituye una iniciativa pionera a nivel mundial. " width="216" height="315" /></a><p class="wp-caption-text">Por su escala, la evaluación constituye una iniciativa pionera a nivel mundial. </p></div>
<p>Buenos Aires, 27 noviembre 2009.- La publicación compila nueva información sobre el estado de amenaza de especies de peces en Argentina y Paraguay. El libro incluye mapas y un CD interactivo. También se lanzará un sitio web online.</p>
<p>En la evaluación regional de peces, novedosa a nivel mundial, más de treinta especialistas de Argentina, Paraguay, Bolivia y Brasil utilizaron las categorías y criterios de la Lista Roja de la UICN. Se analizaron 191 especies, de las cuales 11 se encuentran amenazadas y 50 tienen datos insuficientes.</p>
<p>El proyecto de dos años fue desarrollado por la Fundación Proteger y Guyra Paraguay con la coordinación de la Oficina Regional de la UICN para América del Sur y el apoyo de la Fundación Tinker. La iniciativa busca además aplicar la información biológica, socioeconómica y legal obtenida, en casos de conservación y manejo sostenible.</p>
<p><span id="more-244"></span>El próximo miércoles 9 de diciembre se presentará en esta ciudad el libro Uso Sostenible de Peces en la Cuenca del Plata. Evaluación Subregional del Estado de Amenaza, Argentina y Paraguay. La publicación es producto de un proyecto de dos años que llevaron adelante la Fundación PROTEGER de Argentina y Guyra Paraguay, con la coordinación de la Oficina Regional para América del Sur de la Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza (UICN), y el apoyo de la Fundación Tinker.</p>
<p>El libro incluye mapas y un CD interactivo; también se lanzará un sitio web online. Los trabajos compilan aspectos biológicos, socioeconómicos y legales referidos a los peces y las pesquerías de la Cuenca del Plata en la argentina y Paraguay.</p>
<p>En la evaluación regional de peces, novedosa a nivel mundial, más de treinta especialistas de Argentina, Paraguay, Bolivia y Brasil analizaron 191 especies de peces de agua dulce utilizando las categorías y criterios de la Lista Roja de la UICN. Participaron Hugo López, Claudio Baigún, Sara Sverlij, Alberto Espinach Ros, Darío Colautti, Jorge Liotta, Diego Nadalin y Julieta Peteán, de Argentina; Paul Van Damme, de Bolivia; Roberto Esser dos Reis, de Brasil; y Darío Mandelburger, Estela Muñoz, Héctor Vera, Carlo Dlouhy, Hugo del Castillo, Edgar Balbuena, Walter Gill Morri, María Navarro, Haydée Aguadé de Latorre, Juan Ramón Aveiro, Enrique Maas, Fanny Villalba, Nora Neris, Pedro Morales y Magdalena Cubas, de Paraguay.</p>
<p>Amenazadas y con falta de datos</p>
<p>“De las 191 especies, 11 fueron evaluadas como en estado de amenaza y 50 presentan datos insuficientes, reflejando la necesidad de establecer adecuadas medidas de conservación y seguir desarrollando esfuerzos de investigación y sistematización de la información”, explica Julieta Peteán, de PROTEGER, una de las autoras del libro y responsable por Argentina en el proyecto.</p>
<p>“Fue la primera vez que se realizó una evaluación de este tipo a nivel subregional para peces de agua dulce en una cuenca de esta magnitud. El proceso de asignación de las categorías de las Listas Rojas de la UICN a un grupo de especies, es equiparable a ordenar dichas especies según su riesgo de extinción o su grado de deterioro poblacional”, especifica.</p>
<p>“Se espera que este trabajo sirva de insumo para continuar la iniciativa y para otras relacionadas con la conservación y el manejo sostenible de los peces en Sudamérica. Los especialistas coincidieron en que sería de suma utilidad una evaluación a nivel regional para toda la Cuenca del Plata”, destaca Peteán.</p>
<p>Comunidades locales</p>
<p>Por su parte Alberto Yanosky, director ejecutivo de Guyra Paraguay y uno de los editores del libro, señala que “el proyecto, denominado Uso sostenible de peces en la Cuenca del Plata (Argentina y Paraguay). Información aplicada a la mejora de los medios de vida de las poblaciones locales, sirvió para sistematizar y mejorar el conocimiento existente y para alentar prácticas de manejo sostenible que contribuyan tanto al mantenimiento de las poblaciones de peces como al mejoramiento de la calidad de vida de las comunidades que dependen de estos recursos”.</p>
<p>“Se impulsaron en esta etapa tres líneas prioritarias, proveer información imprescindible –mediante la evaluación del estado de amenaza según criterios de la UICN– para conservar la biodiversidad de peces; promover ejemplos de buenas prácticas de uso sostenible con comunidades locales; y desarrollar capacidades entre actores sociales, autoridades y sector científico para el manejo de peces en áreas de la Cuenca del Plata”, comenta Yanosky.</p>
<p>Modelo de cooperación</p>
<p>“Este libro es uno de los resultados de esta alianza que busca mejorar la gestión de los recursos pesqueros de la cuenca mediante un mejor conocimiento del estado de conservación de las especies de peces y su rol socioeconómico en el área correspondiente a Argentina y Paraguay. Generar, sistematizar y facilitar el acceso a esta información es un paso fundamental para el manejo de las pesquerías continentales, el planteamiento de nuevas políticas públicas que faciliten el manejo sustentable de este recurso natural crítico para una extensa franja poblacional y la conservación de la biodiversidad”, indica el director regional para América del Sur de la UICN, Joao de Queiroz.</p>
<p>“Los resultados alcanzados se deben a una colaboración efectiva y eficiente entre miembros e instancias de la UICN en diferentes países. El modelo de colaboración y sinergia merece ser replicado en ecosistemas compartidos entre diferentes países de la cuenca, donde la cooperación es esencial para la gestión, así como en una mayor interacción con el sector académico-científico y los organismos de gobierno con injerencia en los recursos acuáticos”, destaca Queiroz.</p>
<p>Las Listas Rojas de UICN</p>
<p>“Las Listas Rojas se han utilizado durante los últimos 30 años para llamar la atención sobre las especies que se encuentran amenazadas de extinción en el ámbito mundial, regional o nacional. Un instrumento de este tipo brinda un panorama de gran utilidad para la conservación y para la educación y sensibilización de la población respecto a sus recursos y especies. Se espera, por tanto, que éstas sigan siendo elaboradas para la mayoría de los grupos taxonómicos”, puntualiza en la introducción del libro Arturo Mora, responsable en UICN SUR de las Listas Rojas y de la iniciativa Cuenta Atrás 2010 para la reducción en la pérdida de biodiversidad.</p>
<p>“En América del Sur, un continente conocido por su vasta biodiversidad tanto de especies como de ecosistemas, el contar con información que pueda apoyar a los procesos de conservación es vital, en especial en contextos tan desafiantes como el de la Cuenca del Plata, una de las más importantes a nivel mundial”, agrega Mora.</p>
<p>Información online</p>
<p>El CD y el sitio web son una extensión natural del libro. Las publicaciones impresas tienen sus beneficios, pero también sufren limitantes como la cantidad de copias y la actualización permanente –explica Federico González Brizzio, coordinador de comunicaciones de PROTEGER.</p>
<p>“El sitio web permitirá consultar en detalle todas las fichas evaluadas y conocer con un solo click, qué especies se encuentran amenazadas, cuáles necesitan más información y cuáles son endémicas, por ejemplo. La navegación taxonómica o la descarga del libro completo en pdf son otras de las importantes ventajas de este novedoso sistema en internet”, finaliza el especialista quien tuvo a su cargo la programación del sistema online.</p>
<p>La evaluación de las especies forma parte de la iniciativa que busca además aplicar la información biológica, socioeconómica y legal, en casos prácticos de conservación y manejo sostenible de los peces. En Argentina se trabaja en los sitios Ramsar Jaaukanigás y Humedales Chaco –corredor de los ríos Paraná y Paraguay. Los casos seleccionados en Paraguay se ubican en el Sitio Ramsar Bahía Negra, cuenca alta del río Paraguay, y en los humedales del Ñeembucú.</p>
<p>El lanzamiento del libro, CD y sitio online será el miércoles 9 de diciembre en la sede de la Fundación Poder Ciudadano, Piedras 547, ciudad de Buenos Aires.</p>
<p>- &#8211; -</p>
<p>Uso Sostenible de Peces en la Cuenca del Plata. Evaluación Subregional del Estado de Amenaza, Argentina y Paraguay. Autores, Omar Ángel Arach, Brián Ferrero, Pablo Fernando Filippo, Leticia López, Carmen Paradeda y Julieta Peteán. Editores, Jorge Cappato y Alberto Yanosky.</p>
<p>MAYOR INFORMACIÓN y CONTACTOS PARA LA PRENSA</p>
<p>PROTEGER<br />
Leticia Isaurralde<br />
Tel/Fax 54 – 342 – 4558520<br />
Cel. 0342 – 154 &#8211; 484296<br />
Email: rios.proteger@arnet.com.ar</p>
<p>GUYRA PARAGUAY<br />
Cristina Morales<br />
Tel/Fax 595 – 21 &#8211; 229097 / 223567<br />
Cel. 595 – 961 &#8211; 805333<br />
Email: cristinam@guyra.org.py</p>
<p>UICN SUR<br />
Víctor Hugo Inchausty<br />
Coordinador de Programa Regional<br />
email: victor.inchausty@iucn.org</p>
<p>NOTAS RELACIONADAS</p>
<p>EVALUARON EL ESTADO DE AMENAZA DE PECES EN LA CUENCA DEL PLATA. Participaron 30 especialistas provenientes de Paraguay, Brasil, Bolivia y Argentina, quienes evaluaron el estado de amenaza de las especies de peces según los criterios de la Lista Roja de la UICN.</p>
<p>http://www.proteger.org.ar/doc801.html</p>
<p>UICN LANZA INICIATIVA PARA EL USO SOSTENIBLE DE LOS PECES EN LA CUENCA DEL PLATA. La oficina regional de la Unión Mundial para La Naturaleza (UICN) para América del Sur, promueve la conservación de especies y el desarrollo sustentable con equidad. Arturo Mora estuvo en el país para lanzar una iniciativa integral -enfocada a los peces y a las comunidades pesqueras, entre Guyrá Paraguay y PROTEGER, Argentina.</p>
<p>http://www.proteger.org.ar/doc749.html</p>
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		<title>Guardianes de la pesca, el valor de las comunidades de pescadores artesanales</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Oct 2008 01:14:33 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="580" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="file=http://www.emprendedor.tv/videos_flv/video-1051-61-100901-1628-st.mp4&amp;image=http://www.emprendedor.tv/archivos/videoframe-1051-61-100901-1628-16.jpg&amp;title=Guardianes de la pesca&amp;dock=true&amp;plugins=sharing,hd-1&amp;hd.file=http://www.emprendedor.tv/videos_flv/video-1051-61-100901-1628-hd.mp4&amp;sharing.link=http://www.emprendedor.tv/video1051.html&amp;sharing.code=%3Cembed+src%3D%27http%3A%2F%2Fwww.emprendedor.tv%2Fmediaplayer.swf%27+width%3D%27400%27+height%3D%27320%27+allowscriptaccess%3D%27always%27+allowfullscreen%3D%27true%27+flashvars%3D%27file%3Dhttp%3A%2F%2Fwww.emprendedor.tv%2Fvideos_flv%2Fvideo-1051-61-100901-1628-st.mp4%26image%3Dhttp%3A%2F%2Fwww.emprendedor.tv%2Farchivos%2Fvideoframe-1051-61-100901-1628-16.jpg%26title%3DGuardianes+de+la+pesca%27+%2F%3E" /><param name="src" value="http://www.emprendedor.tv/mediaplayer.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="580" height="340" src="http://www.emprendedor.tv/mediaplayer.swf" allowfullscreen="true" flashvars="file=http://www.emprendedor.tv/videos_flv/video-1051-61-100901-1628-st.mp4&amp;image=http://www.emprendedor.tv/archivos/videoframe-1051-61-100901-1628-16.jpg&amp;title=Guardianes de la pesca&amp;dock=true&amp;plugins=sharing,hd-1&amp;hd.file=http://www.emprendedor.tv/videos_flv/video-1051-61-100901-1628-hd.mp4&amp;sharing.link=http://www.emprendedor.tv/video1051.html&amp;sharing.code=%3Cembed+src%3D%27http%3A%2F%2Fwww.emprendedor.tv%2Fmediaplayer.swf%27+width%3D%27400%27+height%3D%27320%27+allowscriptaccess%3D%27always%27+allowfullscreen%3D%27true%27+flashvars%3D%27file%3Dhttp%3A%2F%2Fwww.emprendedor.tv%2Fvideos_flv%2Fvideo-1051-61-100901-1628-st.mp4%26image%3Dhttp%3A%2F%2Fwww.emprendedor.tv%2Farchivos%2Fvideoframe-1051-61-100901-1628-16.jpg%26title%3DGuardianes+de+la+pesca%27+%2F%3E"></embed></object></p>
<p>Fue presentado en Barcelona, en el marco del Congreso Mundial para la Conservación, de la Unión Internacional para la Conservación de la Naturaleza (UICN). El video documental pretende mostrar y poner en valor a las comunidades de pescadores artesanales pertenecientes a la red internacional RECOPADES (Red de Comunidades Pesqueras por el Desarrollo Sostenible) quienes han apostado por las buenas prácticas ambientales, económicas y sociales como modelo distintivo de su trabajo.</p>
<p><span id="more-463"></span>Guardianes de la pesca muestra el trabajo de seis comunidades de pescadores artesanales que pescan responsablemente en mares, ríos y lagos de Argentina, Brasil, Chile, España y Uruguay. Estos miembros de RECOPADES han decidido apostar por la sostenibilidad de sus procesos y del ecosistema donde viven y trabajan, como medio de mejorar su calidad de vida. El video pretende destacar los desafíos que afronta la pesca artesanal y poner en valor aquellas iniciativas sociales, económicas y ambientales que han desarrollado para solventarlos.</p>
<p>Guardianes de la pesca pretende ser un medio para que otros pescadores artesanales conozcan las realidades y los emprendimientos que se están desarrollando alrededor del mundo en comunidades similares a las suyas y animarles a que tomen el camino de la sostenibilidad como factor diferenciador y específico de su trabajo.</p>
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